Gerenciar uma equipe que nunca pisa no escritório é um dos maiores desafios de quem trabalha com operações externas, serviços de obras e manutenção. É assim que opera a TSTECK, hoje a maior empresa do Brasil no segmento de elevadores de cremalheira e mini gruas para construção civil: com mais de 500 operações por mês, mais de 500 equipamentos, mais de 420 colaboradores e cerca de 80 técnicos em campo, a empresa cresceu a ponto de o controle manual da operação se tornar insustentável.
A solução veio com a Auvo — e o resultado é um case de sucesso que mostra, na prática, o que significa profissionalizar a gestão de equipes externas.
O maior gargalo da TSTECK nunca foi entregar o serviço. Foi controlar uma operação inteiramente distribuída. Os técnicos saem de casa direto para o cliente e, muitas vezes, retornam para casa sem nunca passar pela empresa.
"O grande desafio nosso foi gerenciar equipes que não vêm para a empresa direto, que vão para o cliente, que da casa deles vão para o cliente e retornam para a sua casa. E, às vezes, ficam sem passar pela empresa alguns dias." (0:23–0:43)
Esse é exatamente o tipo de dor que qualquer empresa de serviços de campo reconhece: como saber onde a equipe está, o que ela está fazendo e se o atendimento foi realmente concluído, quando ela está fisicamente fora de alcance?
Antes da digitalização, a TSTECK controlava manualmente cerca de 2.000 Ordens de Serviço por mês. Cada atendimento gerava um relatório em papel, preenchido à mão, com uma via para o cliente e outra para a empresa.
"Nós temos, na verdade, em torno de 2.000 OS. Tudo isso era feito manualmente. Era através de papel." (1:47–1:53)
O problema é que papel, em obra, não sobrevive:
"Chover, perder, rasgar. Os nossos atendimentos davam em torno de 90, 80, 100 obras por dia. Então, chegava de 80 a 100 relatórios no dia seguinte." (2:27–2:35)
Cada relatório que chegava precisava ser lançado manualmente — o que, além do tempo, gerava um custo real: a empresa chegou a contratar pessoas só para digitar e cobrar cada OS manual.
"Eu tinha pessoas que eu contratava para poder planilhar e jogar para cobrança cada OS manual." (3:04–3:15)
Case completo no canal do Youtube: @AuvoTecnologia
A escolha pela Auvo não foi por modismo tecnológico. Foi porque a ferramenta resolvia exatamente o gargalo identificado: o gerenciamento das equipes em campo.
"O Auvo foi a escolha certa para a Teste Tec porque ela atua exatamente no que a gente acha que é o nosso gargalo, que é o gerenciamento de equipes." (4:52–5:15)
Hoje, o fluxo é completamente digital: os serviços são agendados e enviados direto para o celular do técnico, que recebe a OS, realiza o atendimento, tira fotos e coleta a assinatura digital do responsável pela obra — tudo sem papel.
"Hoje, com o Auvo, isso não existe mais. [...] Todos os nossos serviços são via Auvo. Então, em termos de papel, não existe mais esse problema." (2:47–2:56)
E a adoção pela equipe, um dos maiores medos de qualquer gestor antes de digitalizar uma operação, também surpreendeu positivamente:
"Quando a gente introduziu o Auvo, foi bem intuitivo, sem mexer. Foi fácil de implantar na equipe." (2:57–3:04)
Ao longo do depoimento, a equipe da TSTECK destaca 7 ganhos concretos ao contratar o Auvo:
1. Fim do papel e do retrabalho. A digitalização eliminou o gasto com impressão, compra de relatórios e arquivamento, além do risco de perda, rasgo ou dano de documentos em obra.
2. Comunicação em tempo real com o campo. Antes, a comunicação dependia de ligações que muitas vezes não eram atendidas — o técnico simplesmente estava "em cima da torre".
"A nossa comunicação antes do aplicativo Auvo era bem complicada, porque a gente tinha que ligar para os técnicos e, muitas das vezes, a gente não conseguia falar com eles. Hoje, com o Auvo, a gente consegue localizar eles, se eles já abriram a ordem de serviço, se eles já conseguiram chegar na obra e se eles já finalizaram o serviço." (4:25–4:52)
3. Geolocalização das equipes. Saber onde cada técnico está permite otimizar deslocamentos e direcionar o profissional mais próximo para um novo atendimento, reduzindo tempo de resposta.
4. Agilidade no faturamento e na cobrança. Com as informações centralizadas em tempo real, a empresa sabe imediatamente o que cobrar e o que ainda está pendente, acelerando o ciclo financeiro.
5. Redução de mais de 50% da hora extra. Talvez o resultado mais surpreendente do case — e que nem era o objetivo inicial da implementação.
"Uma grata surpresa, que não foi a finalidade, não foi o objetivo, mas veio como um benefício, foi a redução de hora extra. [...] Reduziu mais de 50% de hora extra. Foi um resultado que a gente não esperava e foi muito grato." (8:10–8:28)
6. Transparência total para o cliente. Com o Auvo Desk, o cliente da TSTECK passou a ter acesso a um link com todo o histórico de Ordens de Serviço, fotos e relatórios — sem precisar guardar papelada ou correr o risco de extraviar documentos.
"O cliente ficou muito contente com o resultado de transparência que proporcionou o Auvo." (7:45–7:55)
Essa transparência também se tornou um diferencial competitivo importante para clientes que enfrentam fiscalização de órgãos públicos durante a obra, já que conseguem apresentar documentação organizada e de acesso imediato.
7. Ferramenta de vendas. Um benefício inesperado: a própria gestão da operação passou a ser usada como argumento comercial. A TSTECK começou a levar prospects para conhecer o sistema e mostrar, na prática, o nível de controle que tem sobre as equipes.
"A gente conseguiu fechar mais negócios por causa dessa ferramenta, por causa da ferramenta de gestão, mostrando que a gente tem controle sobre as equipes, que o tempo de resposta é mais rápido." (8:55–9:22)
Talvez a frase que resuma melhor o impacto do Auvo na operação da TSTECK seja esta, de um dos colaboradores de atendimento da empresa:
"Voltar a trabalhar sem o Auvo hoje seria bem complicado, acho que eu não voltaria a trabalhar sem o Auvo, não há possibilidade de voltar a trabalhar sem ele." (10:35–11:36)
E no encerramento do depoimento, a síntese de todo o case:
"Para a gente, a palavra que define é essencial, é essencial para a nossa operação." (11:37–12:01)
O case da TSTECK é um retrato fiel de um problema que atravessa praticamente todas as empresas com operações externas: a dificuldade de controlar equipes que trabalham fora do alcance físico do gestor. A solução não passou por contratar mais gente para fiscalizar — passou por dar visibilidade em tempo real de onde cada técnico está, o que está fazendo e o que falta fazer.
Se a sua empresa também depende de equipes em campo e ainda lida com papel, ligações sem resposta ou dificuldade para saber o status de cada atendimento, o case da TSTECK mostra que essa realidade pode mudar — com resultados que vão muito além da tecnologia em si, como a redução de custos operacionais e o fortalecimento comercial da empresa.
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